9 de dez de 2016

A ‘selfie’ que matou esta família

A última fotografia tirada por Michal Mackowiak mostra apenas um fundo com um céu azul. Foi a última que ele fez em sua vida. Nesta fotografia, ele deveria aparecer ao lado de sua esposa Hania, no Cabo da Roca, em Portugal.
A família estava de férias em Portugal, muito entusiasmada para imortalizar tudo o que acontecia. Mas eles foram longe demais, não respeitaram os limites de segurança que, hoje em dia, os turistas que frequentam a área fazem.
Para fazer a selfie fatídica, eles se aproximaram da beira do precipício que estavam visitando e caíram no vazio sem condição de evitar. A foto foi registrada às 18:46 pm, em Sintra, Portugal, e, ao fundo do penhasco, pode-se ver o mar bravo, algo deve ter cativado Michal. Mas o pior de tudo é que isso ocorreu na presença dos filhos do casal.

Sophie, de 5 anos e o pequeno Leo, de 6 anos, não esquecerão jamais o que testemunharam naquele dia fatídico. Os gritos das crianças quando seus pais caíram no vácuo alertaram alguns visitantes espanhóis que estavam próximos do local, e eles rapidamente alertaram a polícia. Rapidamente, todos os meios possíveis para resgatar o casal foram colocados à disposição, mas, infelizmente, os corpos deles foram encontrados tarde demais.

Eles foram encontrados no mar, sem vida, na manhã seguinte, devido ao mau tempo. Uma enorme tragédia para essas crianças. "Sou um fotógrafo ávido, que sempre tenta buscar a melhor fotografia, o melhor ângulo e qualquer detalhe que possa surpreender", disse o pai de família, Michal, em uma apresentação de suas fotografias de Portugal, em uma exposição em seu país natal, a Polônia. Mas tudo isso terminou no Cabo da Roca.
Aos 32 anos, este expert em fotografia, pai de 2 filhos, escorregou durante uma foto perigosa, pondo fim a todos os seus desejos. Esta notícia fatídica é um exemplo perfeito do perigo e da loucura do vício pelas selfies, uma das mais famosas modas dos últimos tempos. Esta mania acabou com um casamento exemplar e feliz. Já há alguns anos, todo mundo tem aderido a essa mania.

De atores de cinema internacionais, a políticos de alto escalão, a nossos amigos e familiares e, muito provavelmente, à maioria dos que estão lendo este artigo. Essas imagens inundam as redes e, às vezes, podem se tornar muito viciantes e perigosas para certas pessoas, que ficam obcecados por fotografar e documentar cada momento de sua vida. Buscar fotografias mais arriscadas é algo que pode colocar sua vida em perigo.

O caso deste casal da Polônia não é um caso isolado, embora seja um dos mais fatídicos. Há alguns meses atrás, cinco pessoas caíram de um balcão de Sitges, Barcelona, ​​quando faziam uma selfie, apoiados em um corrimão. A grade cedeu sob o peso do grupo, fazendo-os cair. Todos ficaram feridos, três deles gravemente, portanto, com certeza, isso será algo que não irão repetir.
Os Mackowiak eram um casal perfeito, muito inteligentes e com belo futuro. Ele era cientista e ela trabalhava em uma empresa de turismo que vendia passeios turísticos para Portugal aos poloneses. Eles viviam em hotéis em Lisboa e suas férias começavam no dia seguinte a esse incidente trágico. Em suas férias, iriam visitar parentes na Polônia e, em seguida, iriam para Washington, nos EUA, aproveitando uma conferência que o marido iria fazer. Tudo isso foi por água abaixo...
Esta família não foi destruída apenas por seu vício nas selfies e nas redes sociais, que tanto prejudicam as mentes de milhares de usuários de internet, mas também por sua paixão pelas paisagens do país que tanto os fascinava, Portugal. Assim mostravam as fotografias dos muitos portais turísticos da empresa de sua esposa. Eles estavam encantados por viver no sul da Europa, já que, na Polônia, o clima é muito mais frio e instável.
As pessoas pareciam mais felizes lá. Embora com condições econômicas iguais, havia muito mais horas de sol e paisagens incomparáveis. As praias não eram geladas e as pessoas eram muito hospitaleiras e simpáticas. Eles viviam em um sonho, mas sua paixão fez com que se descuidassem, causando-lhes a morte. Esperamos que essas crianças possam superar a morte de seus pais, e sejam mais cuidadosos, algo que todos deveriam fazer ao tirar selfies.

8 de dez de 2016

6 Cientistas que fizeram grandes descobertas fazendo experimentos em si mesmos

Os seis casos abaixo são histórias importantes nas descobertas da ciência mundial

Ao longo dos séculos vários médicos, cientistas e estudiosos fizeram grandes descobertas para a humanidade.

No entanto, alguns deles usaram a si próprios como cobaias de seus experimentos e ideias. E mesmo hoje em dia isso acontece. Embora na maioria das vezes seja considerado antiético e errado fazer testes em seres humanos, alguns continuam tentando: por curiosidade ou por convicção.

Os seis casos abaixo são histórias importantes nas descobertas da ciência mundial, confira:

1. A primeira “viagem” do LSD
O químico Albert Hofman sintetizou o LSD mas não fazia ideia de seus efeitos alucinógenos até que, sem querer, aplicou acidentalmente uma quantia pequena em si mesmo.

A partir daí, percebendo sua descoberta, ele fez o que qualquer bom cientista faria: começou a usar em si mesmo. Sua primeira “viagem” proposital aconteceu em 19 de abril de 1943 quando ele andou de bicicleta dentro de casa, sob o efeito da droga.

2. A cura milagrosa do alcoolismo

Olivier Ameisen era um cardiologista brilhante até que o alcoolismo tomou conta de sua vida. Nenhum dos tratamentos disponíveis foi suficiente para mantê-lo longe do problema.

Em meio ao desespero, ele fugiu do convencional e experimentou em si mesmo o Baclofen, um relaxante muscular que tinha mostrado resultados promissores em testes em animais de laboratório viciados.

Ameisen aumentou sua dose gradualmente até atingir um nível onde seus desejos de álcool simplesmente evaporaram. Ele escreveu um livro contando sobre sua experiência.

3. Anestesia forte
Em 1898, o cirurgião alemão August Bier descobriu que uma dose de cocaína injetada no fluido espinhal poderia servir como uma anestesia realmente eficaz.

Para testar, ele pediu a seu assistente para que injetasse nele a droga. No entanto o rapaz não soube fazer corretamente, e Bier teve liquido espinhal vazando de um buraco no pescoço.

Ao invés de abandonarem o experimento, Bier fez o contrário, injetando a droga no assistente. A coisa também não deu certo, com ele se debatendo, martelando e puxando os pelos púbicos do assistente. Eles saíram para jantar mais tarde, talvez para tentar esquecer os eventos traumáticos do dia.

4. Perda de peso sem esforço

O neurocientista Michael Graziano relatou recentemente um experimento de perda de peso que realizou em si mesmo. O objetivo era emagrecer sem esforço.

Graziano evitou carboidratos, comendo o que o fazia sentir saciado: gorduras. Além disso, permitia-se comer até que se sentisse satisfeito, em qualquer refeição. O resultado? Perdeu vinte e dois quilos em oito meses, sem esforço.

5. A cura de alergia através de parasitas

O imunologista-biólogo David Pritchard tinha uma hipótese de que as infecções por ancilostomiases reduzem os sintomas de alergia e asma, e precisava testar em seres humanos. Ele concordou em ser a cobaia, a fim de apaziguar o comitê de ética. O experimento mais tarde permitiu testes mais amplos em seres humanos, que relataram alívio milagroso de sintomas alérgicos.

6. Operação com cocaína
O cirurgião americano Evan O’Neill Kane estava deitado em uma mesa de operações esperando para que seu apêndice fosse removido. De repente, ele teve uma ideia: e se ele mesmo fizesse sua cirurgia?

Ele ordenou que os médicos e enfermeiros se retirassem, injetou na parede de seu abdômen cocaína e adrenalina, se abriu e removeu o apêndice. Demorou meia hora, e o único contratempo foi quando seus intestinos saíram de dentro dele quando ele se inclinou muito para frente. Ele se recuperou rapidamente.

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