Modelos muito magras serão proibidas de trabalhar em Israel

Modelo Isabelle Caro, fotografada para a campanha "No Anorexia". Ela morreu em 2010, com 28 anos Foto: Reuters

Em Israel, modelos raquíticas são coisa do passado a partir deste ano. Segundo o tablóide britânico Daily Mail, uma lei aprovada no país, e já em vigor, exige que modelos façam exames médicos que provem que elas mantiveram um IMC (índice de massa corporal) saudável por três meses antes de uma sessão de fotos ou desfile.

A lei também proíbe o uso de modelos que pareçam estar abaixo do peso e, sendo assim, os anunciantes estão proibidos de retocar as imagens para fazer as modelos parecerem mais magras. O objetivo é diminuir a obsessão das mulheres israelitas por um corpo excessivamente magro, o que vinha desencadeando cada vez mais distúrbios alimentares no país, como a anorexia.

Apesar de a iniciativa ser boa, está gerando polêmica. É provável que a lei não atinja muitas modelos, pois Israel tem apenas cerca de 300 trabalhando lá. Certamente, a lei é um passo no combate aos distúrbios alimentares, mas a presidente do Knesset (sede do poder legislativo do país), Einat Wilf, está um pouco cética:

- Como legislador, [o Knesset] está consciente de que muitas das nossas leis não são aplicadas. Então, eu não tenho certeza de como esta será. - disse ela.

Apesar de o IMC ser um método mundialmente difundido e aceito para calcular o peso ideal, alguns críticos são contra e lei por afirmar que certas mulheres são naturalmente magras e, sendo assim, deveria ser levada em consideração apenas a saúde da modelo e não o índice de massa corporal.

Por enquanto, outros países não entraram no ramo da legislação, embora estejam tentando resolver os problemas de anorexia em modelos de outras maneiras, como exigindo profissionais com IMCs considerados saudáveis nos desfiles.

Fonte: Notícias Inusitadas / Extra

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